Servidores da Educação de Delmiro vão à Câmara e cobram recomposição salarial; gestão emitiu nota


Reprodução de Transmissão (Youtube: CMDG)

Servidores da Educação da cidade de Delmiro Gouveia estiveram na manhã desta quinta-feira (21), participando da Sessão Ordinária da Câmara Municipal (CMDG) e cobraram a recomposição salarial.


Representados pela professora Sheila, a classe solicita a recomposição salarial de 4,52%, acordado entre gestão e categoria. Para ela, todos os anos a categoria precisa reivindicar por um direito constituído.


De acordo com a professora, a luta do Sindicato é que o reajuste seja para todos os profissionais da pasta. “Gostaríamos de solicitar aos vereadores e à imprensa que ao falarem da causa, tratem como servidores da Educação”, afirmou.


A gestão municipal enviou à Casa Legislativa um Projeto de Lei onde trata do assunto. Entretanto, o mesmo foi retirado da pauta por contemplar somente os professores.

O vereador Everton Rocha (Solidariedade), da bancada de oposição, ao fazer o uso da palavra, afirmou que o erro do projeto foi do Poder Executivo. “Gostaríamos de votar esse projeto e garantir os direitos de vocês, mas o erro foi da gestão municipal e não da Câmara”, pontou.


O líder do governo, Jammil Cordeiro (PSC), também fez o uso da palavra e disse que os servidores da Educação solicitaram o adiamento da votação do projeto. “Para que seja discutido com a prefeita algumas modificações. Por isso, o mesmo deixa de ser votado hoje ”, explanou.


O parlamentar disse respeitar a democracia e dentro dessa visão, todos podem contar com o Poder Legislativo. “Estaremos fazendo de tudo para que haja um acordo e que todos saiam satisfeitos”, reiterou.


O que diz o município

De acordo com a gestão municipal, o diálogo com a categoria tem sido constate e em busca da adequação das solicitações dentro dos trâmites legais.


Confira a nota emitida pelo município:

A recomposição salarial será paga, em sua totalidade, em janeiro de 22, pois segundo o departamento jurídico há impedimentos da Lei 173/2020. Mas, em janeiro, o valor será depositado retroativo à data base.


Sobre o abono (ou 14), ao final do ano como acontece normalmente, será feito o rateio das sobras em conta.

Foi também apresentado ao sindicato, a proposta da recomposição para o restante da categoria (chamados 30%).


A equipe jurídica está debruçada sobre o projeto e, se houver a possibilidade de pagamento este ano, sem ocorrer em nenhuma infração legal, os valores serão liberados.


Sessão Ordinária – 21/10/2021

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