Opinião: articulações e testagem para a sucessão em Alagoas

Nomes estão sendo testados e alianças formadas


Arquivo (Secom)

Os bastidores da política alagoana seguem a todo vapor. Recentemente, o senador Renan e Filho, ambos do MDB, demonstraram simpatia numa possível candidatura de Antônio Albuquerque (PTB) para disputar o governo de Alagoas em 22.


Antes, o atual secretário da Saúde, Alexandre Ayres, protagonizava para a esse disputa. E que deve compor a chapa, ou mesmo saia candidato a deputado. Entretanto, um fator pesa muito nesta escolha – adesão e articulação.


Com prefeitos eleitos em algumas cidades do estado, Albuquerque sai na frente quando o quesito é unir mais do que espalhar. Com uma imagem conservadora, pautada na extrema direita, alinhada as ideias do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado, por sua vez, terá que aliar-se a partidos de esquerda, caso queira ser governador do estado.


Entretanto, do outro lado e, diga-se de passagem, os eleitores do presidente da república, em grande quantidade no estado, inclusive com chances de levar um nome para uma disputa no 2º turno, caso os Renan’s unam-se com Antônio, vão precisar encontrar um bom nome. É aí onde o senador Rodrigo Cunha (PSDB) entra.


Com a prefeitura da capital fechada e o bom de urna João Henrique Caldas como possível candidato a senador, para disputar com Collor (Pros), essa dobradinha pode tornar-se real e, se tratando da política, tem grandes chances de ir longe.


No meio-campo está Arthur Lira (PP) que declarou não negociar com os Renan’s, caso o candidato seja Albuquerque. Com a máquina na mão, cada voto é de extrema importância.


Agora, com as conversas decolando e os voos nas alturas, vamos acompanhar de perto, quem sai, quem fica. E como diz uma música – Mande notícias de lá. Até a próxima!

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